Raça Sorraia (CN)

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O Estado Português foi o primeiro criador do Cavalo do Sorraia para além da família d’Andrade . Tal oportunidade surgiu na sequência da recuperação e manutenção na Coudelaria de Alter do efectivo extraviado da Herdade da Agolada. José Luís d’Andrade, ao transferir os animais para a Herdade de Font’Alva, quis presentear a Coudelaria oferecendo quatro poldros, todos de pelagem rato e nascidos em 1975. Foi a partir destes animais que se constituiu um núcleo Sorraia na Tapada do Arneiro com ferro CN, que mudou várias vezes de local, mas viveu fechado sobre si mesmo até 2001. A partir deste ano tem-se recorrido a garanhões da Herdade de Font’Alva e outros, para cobrição em liberdade das éguas Sorraia, no âmbito de um programa de conservação e preservação da Raça, cientificamente conduzido pela associação de criadores.

A Coudelaria Nacional tem desempenhado uma função importante na criação de Sorraias, colocando ao dispor de outros criadores os seus garanhões, quando solicitados. Por outro lado, e mais recentemente, tem vindo a ceder éguas a diferentes instituições – Escola Superior Agrária de Santarém e Reserva Natural do Cavalo do Sorraia, num intuito de diversificar os núcleos de reprodução e, assim, permitir a utilização de um leque mais alargado de garanhões em cada ano de reprodução, o que seria impossível na prática de monta em liberdade se todo o efectivo permanecesse no mesmo local.

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